guns ain't roses

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quinta-feira, 22 de março de 2012

Amyr Klink

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

Minha primeira experiência com coisas extracurriculares que a Universidade oferece e não tem preço. Amyr é genial, um homem que acredita na simplicidade e que a valoriza em seus inventos, viagens e experiências. Basicamente, um homem empírico e à frente de seu tempo.



quarta-feira, 7 de março de 2012

Sobre sermos velhos



Tudo começou com a minha busca por o que fazer nas férias. E isso acabou na minha velha coleção de Capricho. É, eu tenho uma coleção de Capricho gigantesca. Para falar verdade, ainda assinamos Capricho aqui em casa, não sei muito bem porque. Minha irmã nem gosta mais e ela tem 15 anos que supostamente é o público alvo da revista! Só que pensando bem, minha irmã não é uma adolescente normal. Acho que meninas com irmãs mais velhas crescem mais rápido que as meninas que não tem essa influência. Mas o ponto do meu texto não é esse. É como estamos ficando velhos.

Em 2010, eu quis virar uma das garotas da Galera Capricho (esse texto me envergonha um pouco, mas eu prometi à mim mesma que não vou apagar nada que escrevi um dia), mas naquela época já estava um pouco decepcionada com a revista, no auge dos meus quinze anos.

Eu comecei a ler a Capricho quando tinha uns doze anos por ai e a revista era um pouco diferente do que é hoje. Havia reportagens sobre relacionamento, sexo e garotos, mas elas não eram as únicas reportagens da revista. Havia também boas reportagens sobre comportamento que não eram só sobre bullying (que é um problema que existe, sim, mas que agora está sendo abordado como se fosse o único problema do mundo e justificativa para todos os psicopatas), mas que falavam sobre religião, dúvidas sobre o corpo, estilos musicais diferentes e etc. E ainda tinha as reportagens de capa. O Green Day já foi capa da Capricho, gente! Será que o auge da adolescência de hoje em dia tem algum problema mental? Porque honestamente, que possível interesse as meninas de hoje em dia podem ter em um menino chamado Chris Leão (que tem 17 anos com cara de 12) que pinta o cabelo e o único atrativo que tem é a 'beleza' (ele não faz nenhum um pouco meu tipo). (Ah! Falando nisso, outra reclamação de destruição da minha adolescência: POR QUE A MTV ACEITA FAZER UM PROGRAMA SOBRE COLÍRIOS? O QUE ACONTECEU COM O DISK MTV? BEIJA SAPO? COVERNATION????). Eu até entendo as capas com os artistas da moda (Rebeldes, artistas da Disney, Crepúsculo etc), mas porque essses colírios? Por que repetir tanto? O que custa colocar uns artistas diferenciados?

Pois é, foi assim que tive minha crise de meia adolescência. Não faz muito tempo que tive quinze anos, mas parece que o Universo mudou desde então.


UPDATE!


Decidi enviar o link do post para editora. Ela foi educada e respondeu bem rápido. Dêem um look na resposta e me digam o que acharam!


"Bom, vou confessar uma coisa. É bem normal receber email de meninas que estão mesmo ficando mais velhas e passam a achar a Capricho meio infantil. Sim, vcs crescem rápido e aprendem muito em pouco tempo. Se a revisa envelhecer com vcs, as meninas de 15 vão ficar sem revista. Mas isso vc já sabe.
Eu discordo um pouco sobre o fato das meninas de 12 serem precoces. Mais ainda do fato de que a Capricho é para essas leitoras. Mas a verdade é que ter 15 anos não é igual pra todo mundo - é só vc olhar para as suas amigas.
"

segunda-feira, 5 de março de 2012

O que é fé?

(Retomando o blog com um assunto polêmico)

Já escrevi sobre fé em um outro post há muito tempo, mas acho que a noção de fé muda com o passar dos anos exatamente por ser uma questão de vivência. Em outras palavras, ou pelo menos no meu caso, acho que Deus (ou ser superior/força mágica que você quiser acreditar) testa sua fé e faz com que você mude seu ponto de vista com o passar do tempo.
Ontem o tema da homília da missa foi esse mesmo. E em algum momento o padre citou várias significados de fé (desde compreender Deus à acreditar), mas em nenhum deles conseguiu se encaixar no que eu considero fé. Acho que é fé é menos abstrato que querer compreender Deus, afinal compreender Deus é impossível. No entanto, acho que é fé é a coisa mais questionadora que alguém pode ter porque a fé traz perguntas, a fé traz dúvidas. Mas a fé em qualquer coisa, seja no poder da comida italiana ou em Buda ou Alá, faz com que essas perguntas te levem a algum lugar.
Então, nesse breve texto reflexivo, chego à conclusão que fé pra mim é tudo aquilo que te guia como pessoa. Guia seus atos, suas falas, seus planos. Um bom cristão, por exemplo, é evangelizador então tecnicamente ele deve passar Cristo por seus atos e ser uma pessoa caridosa, certo? Uma pessoa que tem fé no capitalismo, pensa como um capitalista (ok, que exemplo ruim). A questão é que mesmo inconsciente mesmo você vai sempre de acordo com a fé que você tem em determinadas coisas. Seja em Deus, amor, amizade, rock ou em coca-cola. Fé é acreditar naquilo como um guia pra sua vida.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

...

Oficialmente, este blog pertence à uma universitária duplamente aprovada em sua Universidade local. Agora, pode voltar inspiração!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

2011 foi...

um ano memorável.
Todas as coisas de que eu tinha certeza em minha vida tornaram-se incertas. Harry Potter, escola, amigos. Lá se foi a certeza de que sempre seria pra sempre mesmo. Mas, de todo, 2011 foi um bom ano com perfume de promessas e recheado de suspresas.
O sentimento que 2011 deixa é que eu descobri um bocado de coisas: sobre amizade, transporte público, independência, cursinhos e cronogramas. Acredito que quando você percebe que tem de tomar decisões para toda vida (tipo escolher uma opção de curso pra gastar seus próximos cinco anos), você começa a tomar consciência de novas responsabilidades que você não tinha e de como suas decisões afetam sua vida (ou no caso, afetarão).
2011 vai ser lembrado por ser o ano em que eu tomei menos trinta em NYC e reclamei feito louca mesmo estando na cidade que nunca dorme, dormi em uma cena inteirinha de Phantom of the Opera na BROADWAY (!), vi o Iron Maiden tocar ao vivo, vi revoluções no meu colégio (que aliás é o primeiro colégio do Brasil a adotar tablets na sala de aula, MAS O DIRETOR -da unidade norte, pelo menos- É UM GRANDE BABACA!!!!!!!), tive meu último dia de aula na melhor turma da escola, formatura, fui de Missões pela primeira vez, conheci pessoas inesperadas e queridas, fui ao Rio e muitas outras coisas mais...

Feliz ano novo, galera! Que venha 2012 com uma vaguinha na UnB pra essa que vos escreve =D
ps: 2012 vai ser o ano de Foo Fighters ao vivo, pqp! E de Star Wars no cinema de novo =D