guns ain't roses

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Sem produzir

Não continuei sobre o 7 escolhas e estava,hm,de férias...Volto em alguns dias.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Filmes: Duplo DiCaprio



Ontem fui ver Inception com uma amiga minha.Em plena segunda-feira,o cinema estava lotado e eu acabei entrando uns vinte minutos atrasada e fiquei morrendo de medo de não entender o filme,porque segundo quem tinha visto,não podia perder a atenção minuto nenhum.

Na parte em que eu entrei,Marion Cortillad aparecia divina atrapalhando a ação de Leonardo DiCaprio.Eu preciso dizer que acho essa mulher coisa de outro mundo,apesar dela ter atuado em um dos PIORES filmes que eu já vi na minha vida (minha sincera opinião sobre outro fracasso da indústria de musicais),Nine.E preciso dizer que me tornei grande fã do DiCaprio depois da minha surpresa com sua atuação no maravilhoso Shutter Island (Ilha do Medo,em português).Além disso o filme tinha Ellen Page e Joseph Gordon-Levitt (o mesmo do post anterior *-*).

O filme conta a história de Dom Cobb (DiCaprio),um ladrão de sonhos cujo objetivo maior de vida é voltar para casa para viver com os filhos,que ele não pode ver desde a morte de sua mulher,chamada Mal (Cortillad),cuja morte acreditam ser culpa de Dom.Um dia,Dom e sua turma são pegos por um grande empresário enquanto tentam "roubá-lo" e este empresário propõe que eles realizem uma tarefa para ele: uma inserção de idéia.Obviamente,isso é muito difícil e é o que dá o nome ao filme,mas eu acho que é quase secundário,a certo modo.

Basicamente,durante o filme somos inseridos no mundo dos sonhos de um grande empresário (em que eles estão tentando inserir a tal idéia) e começamos a conhecer melhor os personagens.Christopher Nolan fez um trabalho maravilhoso,em minha opinião,muito mais chocante graficamente falando do que James Cameron fez em Avatar e muito melhor do que seu Dark Knight,mas não que os dois sejam ruins,só não são tão bons como Inception.Outra coisa que me impressiona com seu modo de lidar com a direção desse filme é o modo como o personagem é esférico,devidamente explorado.Por exemplo,não sei se foi proposital mas o nome da personagem de Ellen Page chamava-se Ariadne.Na mitologia grega,Ariadne é a princesa humana que ajuda Teseu a sair do labirinto do Minotauro.No filme,Ariadne é a arquiteta de sonhos e é a pessoa que descobre os problemas de Dom com Mal e começa a ajudá-lo a descobri-lo.Eu achei uma conexão interessante pois acredito que ela foi uma personagem que ajudou-nos a descobrir melhor o personagem de DiCaprio e também quem o salvou em seus conflitos pessoais.

A atuação de DiCaprio estava no mínimo divina.Passei o filme inteiro lembrando da minha primeira experiência DiCapriana-pós-Jack,com o incrível filme chamado "A Ilha do Medo".
Fui assistir o filme com meu namorado crente que era um trash danado.A tradução do título era deprimente,eu não tinha lido sinopse nem nada.Mas no primeiro minuto do filme,percebi que era o mesmo filme que meses atrás eu tinha visto o trailer e me interessado.Virei para o meu namorado e disse: "Esse filme é bom!" e ele riu:"É claro que é bom,é do Scorsese!".Eu nunca tinha visto um filme dele,mas sabia que ele era muito bom e reconhecido.O filme me deixou vidrada e eu saí do cinema agradecendo aos céus por meu namorado ser mais inteligente que eu.

Não dá para eu contar muito do filme,porque são muitos detalhes.Basta saber que é muito surpreendente e é daqueles filmes que você não pode perder nada.DiCaprio é um investigador que vai até uma ilha onde há uma espécie de hospital para pessoas com "problemas".Um de seus pacientes mais perigosos,sumiu e Teddy Daniels (DiCaprio) e Chuck Alue (Mark Ruffalo em uma boa atuação) são chamados para achá-lo.Teddy assim como Dom Cobb também tem visões da mulher morta e problemas psicológicos que vêm à tona ao decorrer do filme.Teddy e Chuck vão investigando pela ilha,conversando com pacientes e se metendo em perseguições.Não tenho mais o que contar,mas para mim,Shutter Island é um filme que vale à pena cada centavo do ingresso,te deixa grudado na cadeira e nada chato.

Essas são minhas segunda e terceira escolhas de filmes.Duas atuações de DiCaprio que me fazem acreditar que ele é muito mais do que o Jack da Rose.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Filmes: 500 dias com ela


Resolvi tomar vergonha na cara e criar outra seção do blog.O "7 escolhas de..." vai funcionar assim: vou escolhar um tema (música,chiclete,filme,restaurante da moda,astro de filme) e escolher meus sete prediletos da categoria.Durante uma semana,vou postar TODOS os dias,sobre uma escolha.Não vai ser toda semana que vai ter,mas pelo menos uma vez por mês,né?
Escolhi filmes porque além de ser fácil de falar,é muito mais dinâmico.Pode ser que tenha um filme com um ator que você odeie,mas goste muito do filme (exemplo meu:Will Ferrell e Stepbrothers que eu A-D-O-R-E-I);um filme que você não dê nada e saia feliz do cinema,filmes que você acha que nunca vai gostar,mas depois acaba adorando...Sei lá,acho que com música não tem tanto dinamismo.Um cantor que muda muito de gênero musical,não se firma.Um ator que vai de gênero para gênero,é eclético,vira ídolo.
Já fiz uma pré-lista de filmes e quero começar com um que eu sei que muita blogueira por aí adora também:500 dias com ela,um filme que eu não dava nada e tornou-se facilmente um dos meus prediletos.
Uma coisa que eu acredito que influenciou na escolha foi o cárater popular-sem-cara-de-twilight que ele tem.Um romance de fundo,dois personagens opostos,uma trilha sonora bacana (que palavra é essa!) e principalmente,um clichê escondido.
O filme conta a história de Tom (Joseph-Gordon Levitt),um romântico,desiludido que conhece Summer (Zooey Deschanel),uma garota que tem idéias pouco usuais sobre relacionamentos.Eu pensava que ele ia passar o filme inteiro louco por ela e nem dar uma bitoquinha,mas as coisas não se desenrolam como eu pensava.Summer é completamente louca ou normal e sensata,porque ela quer mesmo viver uma coisa melhor do que um namoro...Mas,o Tom...Enfim,eles ficam juntos,vivem os muitos dias (que não são 500,são menos) e um dia acontecem deles não estarem mais juntos.Bem,isso é um pseudo-spoiler,ok?Vale à pena ver o filme para ver como as coisas se desenrolam!Porque é depois do fim deles que as coisas ficam "boas".
Primeira impressão que eu tive do filme: "Que protagonistas lindos!".Depois "Que fotografia linda!","Que lugar lindo!","Que filme liiiiiiiiiindo!".Ele parece tão antiguinho,e eu que não sou exatamente apaixonada por filmes antigos,gosto muito de filmes com cara de antiguinho,então imaginem minha surpresa!Meus pais e minha irmã ODIARAM o filme (acredito que pelo final),então eu fui pronta pra descartar da minha lista.
Eu terminei de ver o filme meio chata e ele me provocou muitos pensamentos.Eu realmente gosto das coisas como se desenrolam,mas sei lá,acho que se acontecesse tudo do jeito que acontece no filme,na vida real com algum conhecido,eu ia ficar "Que vacilo!".Enfim,assistam.
O melhor não-clichê da minha lista.

Atualização: A seção deixou de existir. Para manter o blog organizado, exclui a tag! 

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Os zeróis

Uma família de "zé-ninguéns" posa para a foto de um jeito tão deles que chega a ser cômico.Chamam-os de "zeróis",mas é o retrato da família brasileira de classe baixa,muitas vezes até mais baixa do que pensamos,que provavelmente nunca teve chance de viver com coisas que muitos de nós consideram triviais,mas para eles são regalias.São zeros à esquerda,mal tem o que comer,mas são e talvez até mais,heróicos do que os repudiam.Aliás,o conceito de heróico sobrevive mais neles do que em qualquer outro lugar nesta sociedade atual.
Ser herói hoje em dia é sobreviver quando não se há condições nenhuma de se lutar pela sobrevivência.Que armas uma família,que é considerada "indigente", tem contra um mundo que faz as regras a seu próprio favor?Que armas ela tem quando mal consegue colocar um pedaço de pão na boca de uma criança faminta?Que armas ela tem quando nem ao menos é reconhecida pela sua própria mãe-Pátria,quando às vezes ela não existe nem ao menos como cidadão?Eu lhe digo: ela não tem armas.Ela luta com o corpo,dia pós dia,exaustivamente até que lhe reste só um último suspiro,um suspiro de sobrevivente para dizer "Eu lutei um bom combate e cheguei até aqui".
Em um país cuja população tem cerca de 10,5% do seu total vivendo em condições miseráveis,sobreviver sem nenhuma perspetiva de crescimento é louvável.Porque o país te auxilia com um Bolsa-Escola se você tiver seu filho na escola.Mas,como colocá-lo para estudar quando ele tem que ajudá-lo no trabalho?Se 45 milhões de pessoas foram auxiliadas com 0,4% do PIB brasileiro,os leitores hãos de convir que há muito mais a ser feito.
Não basta um Fome Zero,há muito mais a ser feito.As pessoas precisam de empregos,de educação,de saúde.São todos pó do mesmo chão e ainda sim,não são vistos assim.Os zeróis deveriam orgulhar-se por vencer o cada dia,mas deveriam ter junto deles "meninos-prodígios" educados e saudáveis para lutarem juntos porque só assim vão poder vencer a grande batalha da vida.


Redação para o colégio.Vocês gostaram?

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Harvard

Vim aqui explicar rapidinho o layout que era para eu ter falado em junho.E também porque quero mudá-lo ainda esse fim de semana,já me encheu muito essa imagem.
Estou indo para Harvard no começo de janeiro.Pois é,ganhei uma bolsa para cursar Direito lá e virar a nova presidente do Delta Lu! Sou prodígio mesmo,hahaha :) Brincadeirinha!Quem me dera!Eu vou mesmo para Harvard,mas ainda não vou estudar lá (damn it)...Vou participar do Harvard Model,uma simulação da ONU em que alunos do Ensino Médio de diversos países brincam de gente grande no campus dessa honrosa Universidade.
Agora posso trocar o layout.

ps:AAAAAAAH FINALMENTE VOU SAIR DO PAÍS (DANCINHA DA VITÓRIA)!E vou pra NY city too!E para Washington!Queria muito visitar a Casa Branca!Isso sem mencionar que vou com meus colegas do colégio e vai estar NEVANDO!Neve,neve linda,ah ah ah!